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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Por que não sou feminista? Por Gabrielli Junkes



É uma frase no mínimo impactante para dizer, sendo mulher, nos momentos atuais. E talvez seja exatamente por isso que eu não me sinta acolhida e/ou representada no movimento feminista. O que o feminismo prega, em teoria, é o amor e fraternidade entre mulheres, bem como a luta pelos direitos iguais para todas elas. Entretanto, o que vemos é o ódio e segregação; há o feminismo branco versus feminismo negro, há a profunda rejeição quando uma mulher se diz desconfortável com o movimento e uma destilação de xingamentos contra homens e mulheres que discordam das ideias. Como pode uma luta por direitos iguais segregar dois grupos entre “mais e menos oprimidos” ou o uma tentativa de disseminação de amor se tornar puro ódio entre sexos?

Muitas pessoas dizem não apoiar o atual feminismo, que perdeu a essência de ameno e se tornou radical, embora tal afirmativa não condizer com os ensinamentos feministas da precursora, Simone de Beauvoir, defensora da revolução. O feminismo é baseado em revolução, em choque, em rebeldia. Este também é um motivo pelo qual não me adéquo a ele; qual o sentido de realizar protestos com atos obscenos em público – exatamente o que os ditos machistas apreciam, por sinal – se o objetivo é pregar o respeito à mulher? Por que não podemos aceitar a biologia e suas diferenças entre sexos, considerando que os dois se completam e precisam um do outro? Por que precisamos odiar homens para conquistar os mesmos direitos? 

sábado, 12 de dezembro de 2015

FEMINISMO TEM CURA E EU SOU A GRANDE PROVA DISSO por Sara Winter




O povo brasileiro não gosta de feministas, essa é a mais pura realidade.

Porque será?


Pelo simples fato de que feministas em sua esmagadora maioria são mulheres histéricas, que usam as redes sociais para zombar e humilhar pessoas religiosas, pregar o ódio aos homens (misandria), além de serem extremistas e desrespeitosas com patrimônios religiosos.

Não me isento dessa culpa, também já fui assim, mas graças a Deus estou curada.

Eu recebo muita gente dizendo que "era falta de rola", mas meu caros, o que me faltava mesmo era amor (o que mudou quando me tornei mãe) e vergonha na cara, o que me veio depois de muito refletir sobre a atual militância feminista.

Conheço algumas feministas com mais de 70 anos que lutaram bravamente pelo direito que todas as brasileiras usufruem hoje. Pasmem: nenhuma delas odeia os homens.

Eu acredito que Misandria seja uma patologia, uma síndrome, distúrbio, enfim, não sou psicóloga e nem psiquiatra, não posso dar diagnóstico de nada, essa é só minha humilde opinião.

Essa "doença" se manifesta geralmente em mulheres que foram submetidas a atos de violência muito graves: espancamentos, estupro e outros tipos de violência. Eu fui submetida a isso, assim como alguma amigas e conhecidas também foram. Depois disso, que me ocorreu aos 17 anos, eu adquiri muito medo dos homens, mas somente comecei a odiá-los após ter contato com discursos feministas.

Eu não culpo uma mulher que foi estuprada se ela começar a odiar todos os homens do mundo, mas claramente isso é um transtorno e deve ser tratado com profissionais de saúde mental. Eu mesmo estou me tratando disso indo psiquiatra, tomando medicamentos pra depressão, e isso não significa que sou louca. 

Louca é a feminista que se aproveita da triste condição de mulheres adoentadas pela violência do mundo e usa discurso de ódio para objetivos anti-homem.

As vezes prefiro acreditar que as feministas não são todas mal caráter, mas que sofrem de Síndrome da histeria coletiva. Uma vai e grita "Todo homem é estuprador em potencial" e todas as outras reverberam isso como robôs. 

Feminismo é uma grande lavagem cerebral. Quem dera desse movimento saíssem coisas proveitosas e que de fato representassem e ajudassem as mulheres brasileiras. Mas pelo feedback que venho tendo em minhas publicações, vejo milhares de mulheres repetindo "o feminismo de hoje em dia não me representa".

Misandria não é normal. E eu tenho orgulho de ter tomado vergonha na cara e estar me tratando. Tenho orgulho do meu filho ser um menino XY (porque se alguém vier me falar que ele pode um dia se sentir mulher eu vou mandar a merda), tenho orgulho de ter caído na real e perceber que sou uma mulher heterossexual e estar num relacionamento afetivo com um homem. Homem esse que me trata tão bem, que está apagando todos os momentos ruins e traumáticos que já vivenciei com outros homens.

Homens bons existem e misandria deve ser curada.

Feminismo tem cura e eu me libertei dessa doença. Agora mais do que nunca sou uma mulher livre!

 
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