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sexta-feira, 18 de março de 2016

Bebê nasce 54 dias após a morte da própria mãe

Após um sangramento na cabeça, uma grávida nos Estados Unidos teve morte cerebral, o que obrigou os médicos a manterem seu corpo funcionando por meio de aparelhos para salvar a vida do bebê.




Um bebê nos Estados Unidos nasceu 54 dias após sua mãe ter sofrido morte cerebral. De acordo com o site NBC News, Karla Perez, de apenas 22 anos, entrou em colapso em sua casa no dia 8 de fevereiro após ter um sangramento cerebral. Ela estava grávida de 22 semanas e, se o bebê nascesse, não sobreviveria fora do útero materno por ser ainda muito imaturo.

Foi nesse momento que os médicos tomaram a decisão de fazer tudo o possível para manter o organismo da mãe funcionando, mesmo após a morte cerebral, a fim de salvar a vida do bebê, segundo o doutor Andrew Robertson do Methodist Women’s Hospital, onde ela estava internada. Para isso, uma equipe de 100 médicos e enfermeiros acompanhou o caso.

Cesariana

A ideia dos médicos era mantê-la tempo suficiente para que a gravidez chegasse às 32 semanas. Isso não foi possível, porque o estado de saúde de Karla se deteriorou, o que fez com que uma cesariana de emergência fosse necessária. Então, no dia 4 de abril, o bebê Angel nasceu, pesando apenas 1 quilo e 400 gramas. Ele teve de ir direto para a incubadora e passou a ser alimentado por tubos.

54 dias após ter o sangramento cerebral e apenas dois após o nascimento de Angel, Karla faleceu. Os órgãos de Karla foram doados, e o bebê será criado pela avó. Uma história assim, de acordo com os médicos não acontecia nos Estados Unidos desde 1999.

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Esse bebê é a prova de que um feto tem vida própria ainda que esteja dentro de sua mãe. Ou seja, não é extensão do corpo da mulher, como querem impor as feministas do famoso 'meu corpo, minhas regras'. ‪#‎DigaNãoAoAborto‬

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

“Aborto: Não Basta Ser Contra” por Lucas Freire



Entre nossos políticos e burocratas, assistentes sociais e ativistas, militantes e intelectuais, existe uma tendência a tratar o aborto como prática normal, e sua liberalização como um alvo desejável. O aborto que se pretende legalizar no Brasil é um tipo de homicídio. Os que desejam sua legalização querem que o governo promova aquilo que é mau e dificulte aquilo que é bom. Nessa inversão de vida e morte, a mulher que teme a Deus nada contra a corrente da sociedade contemporânea. Faz ela muito bem.

Porém, sua estratégia muitas vezes é incompleta. É que, em diversas ocasiões nosso combate ao mal deixa a desejar, não vai além do básico. Para não dizer falso testemunho contra o próximo, basta fechar a boca. Para defender a honra do seu próximo, em palavra e pensamento, é preciso um esforço consideravelmente maior. Na luta contra o pecado, a tendência é pensar que basta não fazer o mal. É muito mais difícil ir além, promovendo ativamente o bem que esse pecado fere.
Além disso, é fácil e cômodo cruzar os braços e condenar, na vida dos outros, um tipo de pecado que você jamais planejou cometer. Muita gente nas igrejas critica o traficante de drogas. Um número significativamente menor denuncia o uso trivial do nome de Deus no dia-a-dia. No combate ao aborto, não basta se abster de matar. Se parar por aí, você corre o risco de ignorar um outro lado desse pecado: a promoção a vida.

 
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