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domingo, 14 de agosto de 2016

“O Ídolo do Reconhecimento” por Paul Tripp


Semana passada nós tratamos de um ídolo comum que nós como pais adoramos – o ídolo do sucesso. Muitas vezes, sem nem mesmo percebermos, ao invés de olharmos para os nossos filhos como criaturas de Deus, nós começamos a olhar para os nossos filhos como troféus. Nós secretamente queremos apresentá-los como testemunhos visíveis de uma trabalho bem feito.

Essa semana (*na época estava se aproximando o dia das mães)  eu quero tratar sobre um outro ídolo muito comum – o ídolo do reconhecimento, da apreciação. Deixe-me dizer primeiramente que eu não tenho nenhum problema com o dia das mães. Eu acho que nós devemos ser proativos em honrar pai e mãe, mas por causa do pecado, quando coisas boas se tornam coisas que nos comandam, elas viram coisas ruins.

Nós já recebemos ligações da escola. Nós estávamos lá quando os pesadelos vinham. Nós trocamos lençóis da cama que foram molhados várias vezes. Nós já saimos de pijamas até a farmácia 24 horas atrás de remédio. Nós já fizemos bolos especiais de aniversário na forma de skate. Limpamos vômitos do carpete do quarto. Já tivemos reunião com o diretor da escola. Já passamos horas fazendo um vulcão de papel mache.

Já assistimos a inúmeros recitais não tão agradáveis, passamos milhares de férias memoráveis. Andamos kilômetros por corredores de supermercados para que bocas fossem alimentadas e barrigas ficassem cheias. Gastamos horas nos shoppings procurando roupas “legais”. Já lavamos roupas o suficiente para encher o Grand Canyon! Abrimos mão de nossos sonhos para comprar um instrumento musical ou para pagar por um aparelho de dente. Será que não está na hora de ganharmos algum crédito?

Eu não saberia dizer quantas vezes eu ouvi parte dessa lista sendo citada por pais, sempre com essa frase no final – será que não está na hora de ganharmos algum crédito? Parece algo tão lógico, tão inofensivo, tão correto. Os filhos deveriam apreciar os pais. No entanto, agora me escutem, pais e mães – ser apreciado não pode ser o nosso objetivo. Quando isso se torna o motivo da nossa vida, nós inconscientemente buscaremos com olhos super vigilantes sermos apreciados em toda situação.

Seu filho não vai adentrar pelas portas no fim do dia e dizer: “ Você sabe no que eu estava pensando enquanto voltava pra casa, mãe? Eu estava pensando no quanto você e papai têm feito por mim ao longo dos anos. Você tem estado comigo e tem me apoiado desde o meu primeiro momento de vida até agora. Eu fui tomado por um sentimento de gratidão e mal podia esperar chegar em casa para dizer obrigada” (se isso acontecer com você, faça um memorial, “levante as mãos e sempre agradeça”).

Pouquíssimos pais foram se deitar e ouviram um choro vindo do quarto da sua filha adolescente e tiveram essa conversa:
– “Qual o problema, querida?”
– “Ah, eu estava apenas pensando em você e mamãe, e em como eu tenho sido mal-agradecida. Eu me sinto tão culpada por não ter apreciado mais vocês, e eu me comprometo a demonstrar todos os dias que eu aprecio vocês!”

Muito pelo contrário. A tendência dos adolescentes é de seguir muito mais a sua própria cabeça e a buscar seus próprios interesses do que serem tomados por um reconhecimento e apreciação pelos outros.

Percebe que se os pais esquecerem do seu relacionamento vertical com Deus enquanto eles servem seus filhos, se em suas mentes pensarem num contrato entre pai e filho como “I sirvo e você aprecia”, eles vão enfrentar muito desencorajamento e raiva durante a criação dos filhos?

Pais, vocês precisam perguntar novamente a vocês mesmos – “Por que eu faço o que faço? A quem eu estou servindo? Quais são as coisas que eu espero e exijo? Os desejos de quem comandam as oportunidades que tenho com meu filho – os de Deus ou os meus?


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Catolicismo Romano - Rev. Augustus Nicodemus

O Rev. Augustus Nicodemos Lopes nos dá uma verdadeira aula sobre as diferenças do Cristianismo Bíblico e o Catolicismo Romano.

Vale muito à pena cada minuto dessa aula!




Rev. Augustus Nicodemus Lopes

sábado, 19 de março de 2016

Doutrina é importante (a vida eterna depende dela!) por Kevin DeYoung


O Cristianismo é muito mais do que acreditar na doutrina certa.

Mas não é menos que isso.

Você pode ter a doutrina certa e não ser um cristão. Você pode saber várias noções verdadeiras a respeito de Jesus e não ser salvo. O diabo não é ignorante quanto a quem Jesus realmente é. Nos Evangelhos, os demônios são os primeiros seres a reconhecer a verdadeira identidade de Cristo. Você pode saber coisas verdadeiras e não ser um cristão.

Mas você não pode ser um cristão sem saber coisas verdadeiras.

Algumas doutrinas são absolutamente essenciais. Você pode saber algumas verdades e ainda assim estar perdido, mas existem algumas verdades sem as quais você não será encontrado. O que acreditamos a respeito de Jesus é uma dessas verdades.

“Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai. E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna” (1Jo 2.24-25).


Se estiver interessado em permanecer em Jesus e no Pai, você se importará com a verdade que está permanecendo em você. Não conheceremos a Deus a menos que conheçamos a verdade – o que é outra forma de dizer: você não chega ao Céu sem teologia. A promessa de 1 João é que, se a verdade permanecer em você, você permanece em Deus e receberá o que lhe foi prometido: a vida eterna.

 
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