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domingo, 1 de maio de 2016

“Todavia, eu sei que não sou mais virgem” por Pr. Leonardo Oliveira


Apesar de terem tentado, o relacionamento de Jana e Nate, não foi duradouro. Após várias brigas e desentendimentos sobre a natureza do relacionamento sexual, o relacionamento deles chegou ao fim. O que atacou Jana de surpresa. E agora? Ela entregou sua virgindade para esse rapaz, mas agora, esse relacionamento chegou ao fim.

Ela sabe que foi um pecado que ela cometeu. Se arrependeu, buscou o perdão divino, livrou-se de qualquer má influência e colocou seus pensamentos voltados para tudo aquilo que é bom e puro, e com Nate, ela nunca mais cometeu este pecado. Porém, a perspectiva mudou de figura, Jana, que imaginou que iria usufruir apenas do relacionamento sexual com seu namorado, futuro marido, agora acabou e, então, ela se viu como uma “mercadoria danificada”.

Quem iria querer ficar com ela agora? Como ela poderia dizer a um jovem que se conservou puro para o casamento que ela não era mais? Tal pensamento assaltou seu coração de uma forma ainda mais brutal do que a noite em que ela cometeu este pecado. O sentimento que aquela mancha sempre estaria ali, o status de pecadora, literalmente, cravado em seu corpo.

Sem saber o que dizer a ela, seus pais buscaram o pastor de sua igreja, que prontamente se dispôs a conversar com ela. Na tarde marcada, Jana chega ao escritório do pastor e conta tudo o que aconteceu, o que ela fez e como ela se sente. Então o pastor, ouvindo aquilo, abre sua Bíblia em 2 Coríntios 5.17 que diz: “E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” Orou e o que segue abaixo é o que o pastor falou para Jana.

Jana, mais do que a perda de sua virgindade, você tem um problema ainda mais grave! Um pecado que afeta várias pessoas em nossas igrejas, infelizmente. O pecado de não entender o que somos em Cristo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

A visão puritana do sexo no casamento por Joel R. Beeke

O amor conjugal deve ser sexual, logo ambos os parceiros conjugais podem se dar inteiramente para o outro com alegria e exuberância em um relacionamento saudável marcado por fidelidade. Reformadores como Martinho Lutero, Ulrich Zwinglio, e João Calvino estabeleceram este aspecto do casamento ao abandonar as atitudes medievais Católicas Romanas de que o casamento era inferior ao celibato, que todo contato sexual entre parceiros conjugais era um mal necessário para propagar a raça humana, e que um ato procriador que envolvia paixão era inerentemente pecado.

Essa visão negativa estava enraizada na igreja antiga e baseada nos escritos dos notáveis Tertuliano, Ambrósio e Jerônimo. Todos acreditavam que, mesmo dentro do casamento, relação sexual necessariamente envolvia pecado.Essa atitude voltada para a intimidade no casamento, que dominou a igreja por mais de dez séculos, inevitavelmente levou à glorificação da virgindade e do celibato. Por volta do século XV, clérigos foram proibidos de casar. Duas classes de cristãos surgiram: o “religioso” (ou seja, o clero espiritual), que incluía monges e freiras que prometeram abster-se de toda atividade sexual, e o “profano” (ou seja, leigos seculares), que, proibidos de se levantarem para os níveis nobres de virgindade e celibato, foram concedidos o direito de casar.

 
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